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PACE

Publicado: Segunda, 13 de Maio de 2019, 10h43 | Última atualização em Segunda, 13 de Maio de 2019, 10h48 | Acessos: 214

É uma modalidade de ação extensionista que acompanha o semestre letivo. Os discentes e colaboradores recebem certificados de participação que darão direito a 60 horas de atividades complementares ou 04 créditos. Eles devem solicitar a inclusão desses créditos na Pró-Reitoria de Ensino de Graduação (Proeg).

 

2019/1

Título: Poesia espanhola: Não amanhece o cantor, de José Ángel Valente

Professor(a) Coordenador(a) da ACE : SATURNINO VALLADARES LÓPEZ

Resumo: Este projeto tem o propósito principal de difundir parte da cultura literária em língua espanhola, utilizando, para este fim, a poesia de José Ángel Valente. Num primeiro momento serão analisadas algumas obras do escritor com o objetivo de escolher os poemas que serão trabalhados e finalmente apresentados à comunidade (se possível, dentro de algum evento maior, como tem acontecido nas outras versões). Num segundo momento, os alunos participantes do projeto, com a ajuda dos professores, farão uma pesquisa sobre o autor, sua obra e o contexto histórico-social, a título de introdução à apresentação. Concomitantemente começarão os ensaios de leitura poética dos poemas escolhidos. O momento cume do projeto será a apresentação final que constará de quatro momentos, a saber: apresentação da biografia do autor; seguida de um resumo da obra; esclarecimento sobre os poemas; leitura comentada dos textos escolhidos; finalmente, debate com a comunidade sobre a experiência realizada.

O objeto de estudo deste PACE é o livro Não amanhece o cantor (Valer, 2018), escrito pelo poeta espanhol José Ángel Valente a raiz da trágica experiência da perda de seu filho Antonio, quem apareceu morto em um banheiro público da Plaine de Plainpalais, Genebra, por uma overdose de heroína aos trinta e três anos. Esta desgraça provocou uma de elegias mais formidáveis e comoventes da literatura em língua espanhola, e levou ao autor a se reconhecer na infância de seu filho e a desejar uma morte definitiva, pois a dor pela ausência de Antonio habitava seus passos como uma desolação sem nome: “AGORA já sei que ambos tivemos uma infância comum ou compartilhada, porque temos morrido juntos. E me move o desejo de ir até o lugar aonde estás para depositar junto às tuas, como flores tardias, minhas cinzas”. Desde Manaus, Saturnino Valladares coordena a coleção “Cima del canto”, que pretende introduzir no mercado brasileiro os livros de poemas espanhóis mais importantes das últimas décadas. Não amanhece o cantor (Valer, 2018) é a obra que inaugura esta coleção. O prólogo e a tradução foram também realizados por Saturnino Valladares.

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